segunda-feira, 13 de agosto de 2007

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Dia difícil de escrever, e não é só porque se trata de uma segunda-feira, mas porque é “A” segunda-feira, o dia seguinte a um final de semana tenebroso, mas vamos a crônica (se é que se pode chamar isso que eu escrevo de crônica).
Todos os textos começam pela escolha to tema, então vamos a ele, poderia ser um monte de coisas hoje, podia ser sobre o dia dos pais, (pensando...) nem, poderia ser também sobre a vitória do Corinthians depois de nem sei quantos jogos... hum... não, Quem sabe então um resumo do final de semana... ¬¬ melhor não, pois bem está decidido, vai ser um texto sem tema, um bando de palavras jogadas distribuídas em períodos simples compostos ou complexos no âmbito da língua portuguesa. Mas peraí escrever um texto sabendo previamente que é um “texto sem tema” não faz dele um texto com tema? O tema não seria ser sem tema? Xi, confuso demais pra uma segunda-feira.
Já estou no segundo parágrafo e ainda não me decidi sobre o que escrever, esse texto já ta quase metalingüístico (texto falando de texto) mas nem me atreveria a usar isso como base, poderia falar de política, é sempre um bom tema, sempre há o que discutir sobre ministérios e as ANs recém-criadas que vivem metendo os pés pelas mãos, mas isso exigiria um mínimo de tempo coletando informações, já sei vou falar do circo do Faustão, ontem foi a grande final: “ô loco meu” (parafraseando o apresentador rechonchudo) essa Gianne Albertoni é fera meu tanto no pessoal quanto no profissional. Não Faustão não é um tema atrativo, afinal todo mundo odeia, mas se perguntar todo mundo sabe o que aconteceu no programa, e a culpa é sempre da mãe da avó do tio que estavam assistindo e você viu quase que sem querer, ahãm sei... mas enfim voltando ao tema, aiiii que dor nos dedos, taí, podia ser um bom tema falar dos meus dedos, mas isso levaria muito tempo e eles iriam doer mais pra eu poder digitar e cairíamos novamente na metalingüística (a dor falando da dor =P) então vou parar de digitar e o tema de hoje será poesia.

“Batatinha quando nasce
se esparrama pelo chão
Menininha quando dorme
Poe a mão no coração”

E agora José?

2 comentários:

Anônimo disse...

Afff hein... pra uma segunda a inspiração tava boa ...
fez um discurso linguistico bem interessante e termina com batatinha....tsi tsi tsi... hehehehe interessante...

beijinho

Anônimo disse...

não e´anônimo não, sou eu , cris!!