Bom galera, faz MTO tempo que não posto nada aqui, mas resolvi colocar o meu "glorioso" livro a disposição para quem quiser ler, porém será igual aos dicionários que "compravamos" com o jornal há anos atrás: em fascículos kkkk e aqui vai a primeira parte =)
O assassinato no tabuleiro
Capitulo I
Um convite inesperado
Era fim de tarde na França e o expresso para a Suíça começava sua viagem. Julliet checava os detalhes de sua cabine, tudo estava em ordem era uma cabine luxuosa, paredes acolchoadas cor de marfim com material anti-ruído, banheiro exclusivo e um sofá-cama confortável. Ela arrumou as malas no compartimento acima da cama e desceu para o bar, a viagem seria longa. Ela sentia falta do pai, e estava feliz porque logo voltaria a vê-lo.
Ao chegar no bar, também muito luxuoso, Julliet foi ao balcão e pediu um Dry Martini. Antes que a bebida chegasse \viu um rapaz se aproximando, ele deveria ter por volta dos trinta anos, loiro, alto e com porte físico atlético. O rapaz pediu para sentar-se do lado de Julliet, pedido que foi prontamente atendido.
- Boa tarde - disse ele com uma voz arranhada e em um inglês carregado de sotaque. Como se chama a ilustre dama?
- Julliet – respondeu parecendo não dar muita atenção para a pergunta – e o senhor, como se chama?
- Allan Fritz, mas, por favor, deixe de lado o senhor, não acho que estou tão velho assim.
- Fritz? É Alemão? Perguntou ela demonstrando certo interesse.
- Sim, você conhece a Alemanha?
- Meu pai é de lá.
- E suponho que esteja indo estudar na Suíça, ou está indo só comprar chocolates para sua mãe?
- Não, na verdade meu pai mora na Suíça e é por causa dele que estou indo para lá, vou para passar o inverno com ele. Não sei o que planeja, mas ele garantiu que faria uma grande surpresa e mal posso esperar para reencontra-lo. Bom agora se o senhor me der licença vou me recolher, preciso descansar a viagem será longa.
- Tudo bem, dois dias passam rápido, mas espero encontrar com a senhorita mais algumas vezes antes de chegarmos à Suíça.
- Espero que sim – respondeu Julliet sem muita verdade.
Julliet voltou para a cabine onde sentou na cama e chorou. A menção de Allan à sua mãe fez com que um sentimento que ela não sentia a muito tempo aflorasse novamente, a saudade. Desde que sua mãe morreu Julliet se apegou muito ao pai e teve uma longa passagem por Oxford estudando administração, para poder voltar e cuidar dos negócios da família. Esse dia estava chegando, mas ela não esperava por esse inverno na Suíça, e não entendia o porquê desse convite repentino, seu pai nunca havia feito isso antes. Mas não estava em condições de pensar em nada, então se deitou e dormiu.
- Querido já está pronto? Disse Anabelle.
- Sim querida, já estou descendo - respondeu Theodore.
- Precisamos nos apressar o nosso carro já chegou não podemos nos atrasar o convite dizia que a recepção seria as 7h00 e você sabe como o titio é pontual
- Fique calma, chegaremos a tempo, você já descobriu o porquê dessa reunião tão urgente? – perguntou o marido enquanto entravam no carro.
- Não, segundo mamãe ele chamou algumas pessoas pra uma surpresa, deve ser mais alguma fábrica que ele comprou ou outra fazenda – disse a garota.
- E sua mãe também vai?
- Sim, ela vai com Bruce.
- Não entendo porque precisamos tanto ir a Suíça, o escritório está cheio de processos urgentes não há tempo pra viagens, tenho uma audiência e preciso estar pronto, preciso estudar o caso ainda.
- Não se preocupe querido vamos voltar a tempo.
O carro partiu rumo ao aeroporto.
...
aguardem em breve o segundo fascículo
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